30/11/2007
Com o nascimento de Jesus, há como que uma comunhão direta do Céu com a Terra. Estranhas e admiráveis revelações perfumam as almas e o Enviado oferece aos seres humanos toda a grandeza do seu amor, da sua sabedoria e da sua misericórdia.
Aos corações abre-se nova torrente de esperanças e a Humanidade, na Manjedoura, no Tabor e no Calvário, sente as manifestações da vida celeste, sublime em sua gloriosa espiritualidade.
Com o tesouro dos seus exemplos e das suas palavras, deixa o Mestre entre os homens a sua Boa-Nova. O Evangelho do Cristo é o transunto de todas as filosofias que procuram aprimorar o espírito, norteando-lhe a vida e as aspirações.
Jesus foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de Sua bondade infinita.
EMMANUEL
(Do livro “Antologia Mediúnica do Natal”, psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier, pág. 183, 3ª ed. FEB – conforme publicado em Reformador de dezembro de 1997)
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Escrito por gfiwernner
23/11/2007
Caros amigos e irmãos em Cristo! Paz a todos!
Quando iniciamos nossa reforma, há 04 meses, não contávamos com tantos imprevistos. Claro que sabíamos que os encontraríamos, pois sempre acontecem problemas inesperados quando buscamos a adequação de um espaço físico.
Entretanto, as dificuldades encontradas, acrescidas da época em que nos encontramos de preparo das cestas de Natal, estão inviabilizando a continuidade de nossa obra.
Desta forma, embora tenhamos apelado aos amigos para ajudar-nos na composição das cestas, aqui estamos, mais uma vez, buscando auxílio também para a reforma.
Anexamos uma imagem que contém o que ainda nos falta em material. A mão de obra não está incluída e deve girar em torno de R$ 4.000,00 (sendo R$ 2.000,00 para os trabalhos que ainda serão executados e a outra metade para a escada, que está sendo construída).
Aqueles que puderem nos auxiliar, em doações materiais ou financeiras, agradecemos a generosidade! Aqueles que desejam contribuir de alguma outra forma, por favor, procurem-nos para que possamos conversar pessoalmente!
Será um prazer receber a todos vocês que desejarem, além de colaborar, conhecer um pouco mais acerca de nosso trabalho.
Um abraço fraternal,
da coordenação do Grupo da Fraternidade Irmão Wernner – Centro Espírita Nossa Casa

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Escrito por gfiwernner
20/11/2007
Definições do Conselho Federativo Nacional da FEB
O Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira reuniu-se em Brasília, nos dias 9 a 11 de novembro, contando com a presença dos dirigentes das Entidades Federativas dos 27 Estados do país e visitantes da Inglaterra e do Paraguai. Nesta reunião houve avaliação de ações em andamento, como o Plano de Trabalho para o Movimento Espírita Brasileiro (2007-2012), Campanha e Mobilizações Em Defesa da Vida e Brasil Sem Aborto, comemorações do Sesquicentenário do Espiritismo e informações sobre as atividades das Federações Estaduais, da FEB, e sobre o movimento espírita internacional. Foram aprovadas importantes propostas:
- comemoração do sesquicentenário da Revista Espírita e de fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 2008;
- realização do 3º. Congresso Espírita Brasileiro, em Brasília, em abril de 2010, homenageando o centenário de nascimento de Francisco Cândido Xavier e
- uma Declaração de Reconhecimento a Divaldo Pereira Franco.
Declaração de Reconhecimento
Considerando o trabalho que vem sendo realizado por Divaldo Pereira Franco em sessenta anos de atividades voltadas à difusão da Doutrina Espírita, completadas neste ano, tendo por referência permanente os ensinos contidos nas obras básicas de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita;
Considerando que, nesse período, através do seu trabalho de constante visitação a múltiplas localidades de nosso mundo, o estimado confrade promoveu a criação de inúmeros núcleos de estudo e difusão do Espiritismo no Brasil e no exterior;
Considerando que seu trabalho vem proporcionando o fortalecimento da união dos espíritas e de entidades espíritas, tais como o Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira e Conselho Espírita Internacional, na execução de suas realizações, bem como a unificação do movimento espírita, dentro dos princípios de liberdade, fraternidade, solidariedade e responsabilidade que a Doutrina Espírita preconiza;
Considerando o seu trabalho educacional e de promoção social, através da Mansão do Caminho desde 1947, que já atendeu a milhares de cidadãos brasileiros;
Considerando sua extensa e elucidativa produção psicográfica que já ultrapassa duas centenas de obras todas com direitos autorais cedidos a instituições de benemerência, com traduções para catorze idiomas;
Considerando, ainda, o reconhecimento de sua atuação no mundo, que lhe valeu o título de Embaixador para construção de uma cultura de Paz, pela UNESCO;
O Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, reunindo nesta data todas as Entidades Federativas Estaduais que o constituem, resolve manifestar o Reconhecimento e a Solidariedade de todo o Movimento Espírita brasileiro aqui representado, ao nobre trabalho que continua a ser desenvolvida pelo estimado companheiro de ideal Divaldo Pereira Franco.
(Aprovada na Reunião do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, em Brasília, no dia 11 de novembro 2007).
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Escrito por gfiwernner
15/11/2007
Quando estudamos a Doutrina Espírita, aprendemos que a morte não existe. Aprendemos que a vida é um infindável caminhar entre suas duas dimensões: a dos desencarnados e a dos encarnados. Aprendemos, também, que a vida no Plano Espiritual é que é a verdadeira vida. Aprendemos de onde viemos, porque estamos aqui e para onde iremos. Aprendemos que a nossa vida projeta o nosso futuro. Aprendemos, por fim, que a Misericórdia Divina nos proporciona sempre novas oportunidades, para continuarmos nossa evolução. Aprendemos… mas será que isto já faz parte de nós mesmos?
Ainda sofremos quando temos que nos despedir de grandes amigos, de parentes… ainda sofremos nas grandes calamidades…
Sofremos porque ainda não compreendemos totalmente.
Esta semana o Movimento Espírita se despediu de um grande trabalhador. Homem de poucas, porém belas, palavras! Um Evangelizador, um orientador e um exemplo. Não tinha vaidades, nem pruridos de poder, embora exercesse o cargo de Presidente da União Espírita Mineira.
Humilde, atendia a todos que o procuravam, e tinha para todos uma boa palavra. Firme, decidido, objetivo, um grande administrador. Incentivador dos jovens, orientava-os no caminho da verdadeira luta: a transformação de si mesmos.
Uma personalidade cativante, meiga, amiga, serena e sempre sorridente… É assim que nos lembraremos dele!
Por isso, não diremos “adeus” Honório, mas diremos “Até breve, Honório!”. E que os Amigos que certamente o receberam no momento do seu desencarne sejam seus novos instrutores, para reencaminhá-lo no Plano de novos conhecimentos e aquisições para o qual você se dirigiu!
Receba os abraços saudosos, porém alegres, dos amigos que você encantou no
Grupo da Fraternidade Irmão Wernner – Centro Espírita Nossa Casa

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12/11/2007
Queridos amigos e freqüentadores do Grupo da Fraternidade Irmão Wernner! Paz a todos!
Estamos em campanha de Natal, para ajudar famílias neste final de ano.
Clique na imagem abaixo, para visualizar o de que precisamos!

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09/11/2007
Aos queridos amigos: programação de TV (canal e dias de programa), em Belo Horizonte:
CNT (UHF) – canal 56 – domingos às 10:30 horas.
Dia 11/11/2007 – Tema: Mediunidade, com Wagner Gomes da Paixão
09 e 16/12/2007 – Tema: Chico Xavier, com Arnaldo Rocha
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Escrito por gfiwernner
02/11/2007
“Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu, vai e anuncia o Reino de Deus.” (Lucas, 9:60)
É grande a lição que Jesus nos oferta com esta passagem de Lucas. Ele nos esclarece sobre a necessidade da divulgação do Reino de Deus, que representa a vida eterna, a vida do espírito.
Sugerindo ao jovem que deixasse os mortos com a responsabilidade de enterrar seus mortos, ele não definiu como desnecessário o cuidado com o corpo, uma vez que o sepultamento é uma forma de reverência à pessoa, bem como uma necessidade social. Ele recomendou-nos, outrossim, que levemos a todos a Palavra do Evangelho e que exemplifiquemos, por nossos atos e nossas palavras, que a nossa verdadeira pátria está no Plano Espiritual, onde vivemos a vida em sua essência.
O morto, neste caso, é aquele que se prende à vida material, que nada espera no futuro, que não tem esperança, confiança e alegria com respeito à Vida Futura… Vivo na carne, encontra-se morto para a vida verdadeira.
Segundo nos orienta a Doutrina dos Espíritos, a morte é uma separação transitória, cabendo-nos demonstrar nossas saudades através de nossas preces fervorosas, nossos bons pensamentos, nossa serenidade e o trabalho no bem.
O Espiritismo não condena as visitas aos Cemitérios no dia consagrado aos mortos. O que ele faz é orientar-nos sobre o verdadeiro respeito que devemos a eles, expresso em nossa postura cotidiana, em nossas demonstrações de fé na vida futura e na forma como nos referimos aos que já não se encontram entre nós.
Recordemos que a vida na matéria é etapa para nossa evolução, nosso crescimento espiritual.
Portanto, manifestemos o nosso respeito pelo corpo que representou, para o Espírito agora desencarnado, a sua oportunidade de manifestação, aprendizado e convivência, oferecido a ele pela misericórdia Divina, para que ele se tornasse perfeito como perfeito é o Pai celestial. Este corpo, baixado à sepultura, está destinado à desagregação, dispensando, por isso, qualquer homenagem. Para o Espírito que animava aquele corpo, entretanto, a vida não cessou e é a ele que devemos todas as nossas considerações, em espírito e verdade!
Grupo da Fraternidade Irmão Wernner
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