11 – COMÉRCIO E INTERCÂMBIO

29/05/2007

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        O Comércio é também uma escola de fraternidade.
        Realmente, carecemos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
        Diante de balconistas fatigados ou irritadiços, reflitamos nas provações que, indubitavelmente, os constrange nas retaguardas da família ou do lar, sem negar-lhes consideração e carinho.
        A pessoa que se revela mal-humorada, em seus contatos públicos, provavelmente carrega um fardo pesado de inquietação e doença.
        Abrir caminho, à força de encontrões, não é só deselegância, mas igualmente lastimável descortesia.
        Dar passagem aos outros, em primeiro lugar, seja no elevador ou no coletivo, é uma forma de expressar entendimento e bondade humana.
        Aprender a pedir um favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas ou bares, é obrigação.
        Evitar anedotário chulo ou depreciativo, reconhecendo-se que as palavras criam imagens e as imagens patrocinam ações.
        Zombaria ou irritação complicam situações sem resolver os problemas.
        Quando se sinta no dever de reclamar, não faça de seu verbo instrumento de agressão.
        O erro ou o engano dos outros talvez fossem nossos se estivéssemos nas circunstâncias dos outros.
        Afabilidade é caridade no trato pessoal.

(do Livro Sinal Verde, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier)


Lucrará fazendo assim

24/05/2007

      Reconforte o desesperado. Você não escapará às tentações do desânimo nos círculos de luta.
      Levante o caído. Você ignora onde seus pés tropeçarão.
      Estenda a mão ao que necessita de apoio. Chegará seu dia de receber cooperação.
      Ampare o doente. Sua alma não está usando um corpo invulnerável.
      Esforçe-se por entender o companheiro menos esclarecido. Nem sempre você dispõe de recursos para compreender como é indispensável.
      Acolha o infortunado. Nem sempre o céu estará inteiramente azul para seus olhos.
      Tolere o ignorante e ajude-o. Lembre-se de que há Espíritos Sublimes que nos suportam e socorrem com heróica bondade.
      Console o triste. Você não pode relacionar as surpresas da própria sorte.
      Auxilie o ofensor com os seus bons pensamentos. Ele nos ensina quão agressivos e desagradáveis somos ao ferir alguém.
      Seja benévolo para com os dependentes. Não se esqueça de que o próprio Cristo foi compelido a obedecer.
 
(André Luiz – Agenda Cristã – psicografia de Chico Xavier)

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3 – CRISTO EM CASA

22/05/2007

        Contrapondo-se à onda crescente da loucura que irrompe avassaladora de toda parte, e domina, penetrando os lares e os destroçando, o Evangelho de Jesus, hoje como no passado, abre larga faixa para a esperança, facultando a visão de um futuro promissor onde os desassossegos do coração não terão ensejo de medrar.
        A par da lascívia e do moderno comércio do erotismo, que consomem as mais elevadas aspirações humanas na Indústria da devassidão, as sementes luminosas da Boa Nova, plantadas na intimidade do conjunto familiar, desdobram-se em embriões de amor que enriquecem os espíritos de paz, recuperando os homens portadores das enfermidades espirituais de longo curso e medicando-os com as dádivas da saúde.
        Enquanto campeia a caça desassisada aos estupefacientes e barbitúricos, aos narcóticos e aos excessos do sexo em desalinho, a mensagem do Reino de Deus cada semana, na família, representa placebo valioso que consegue recompor das distonias psíquicas aqueles que jazem anestesiados sob o jugo de forças ultrizes e vingadoras de existências pretéritas.
        Há mais enfermos no mundo do que se supõe que existam. Isto porque, no reduto familiar raramente fecundam a conversação edificante, o entendimento fraterno, a tolerância geral, o amor desinteressado… Vinculados por compromissos vigorosos para a própria evolução, os espíritos reencarnam-se no mesmo grupo cromossomático, endividados entre si, para o necessário reajustamento, trazendo nos refolhos da memória espiritual as recordações traumáticas e as lembranças nefastas, deixando-se arrastar, invariavelmente, a complexos processos de obsessão recíproca, graças ao ódio mantido, às animosidades conservadas e nutridas com as altas contribuições da rebeldia e da violência.
        Em razão disso, o desrespeito grassa, a revolta se instala, a indiferença insiste e a aversão assoma…
        A família, em tais circunstâncias, se transforma em palco de tragédias sucessivas, quando não se faz aduana de traições e desídias…
        Estimulando os desajustes que se encontram inatos nos grupos da consangüinidade, a hodierna técnica da comunicação malsã tem conspirado poderosamente contra a paz do lar e a felicidade dos homens.

***

        Cristo, porém, quando se adentra pelo portal do lar, modifica a paisagem espiritual do recinto.
        As cargas de vibrações deletérias, os miasmas da intolerância, os tóxicos nauseantes da ira, as palavras azedas vão rareando, ao suave-doce contágio do Seu amor e se modificam as expressões da desarmonia e do desconforto, produzindo natural condição de entendimento, de alegria, de refazimento.
        Cristo no lar significa comunhão da esperança com o amor.
        A Sua presença produz sinais evidentes de paz, e aqueles que antes experimentavam repulsa pelo ajuntamento doméstico descobrem sintomas de identificação, necessidade de auxílio mútuo.
        Com Jesus em casa acendem-se as claridades para o futuro, a iluminar as sombras que campeiam desde agora.

* * *

        Abre o “livro da vida” e medita nos “ditos do Senhor” pelo menos uma vez na semana, entre aqueles que vivem contigo em conúbio familiar. Mergulha a mente nas suas lições, embriaga o espírito na esperança, sorve a água lustral da “fonte viva” generosa e abundante, esquece os painéis tumultuados que são habituais e marcha na direção da alegria.
        Se não consegues a companhia dos que te repartem a consangüinidade para tal ministério, não desfaleças. Faze-o, assim mesmo.
        Se assomam óbices inesperados não descoroçoes, insistindo, ainda assim.
        Se surpresas infelizes conspiram à hora do teu encontro semanal com Ele, não desesperes e retoma as tentativas, perseverando…
        Quando Cristo penetra a alma do discípulo, refá-la, quando visita a família em prece, sustenta-a.
        Faze do teu lar um santuário onde se possa aspirar o aroma da felicidade e fruir o néctar da paz.

* * *

        Sob o dossel das estrelas, no passado, o Senhor, enquanto conosco, instaurou nos lares humildes dos discípulos o convívio da prece, da palestra edificante, inaugurando a era da convivência pacífica, da discussão produtiva, do intercâmbio com o Mundo Excelso…
        Abrindo-lhe o lar uma vez que seja, em cada sete dias, experimentarás com Ele a inexcedível ventura de aprender a amar para bem servir e crescer para a liberdade que nos alçará além e acima das próprias limitações, integrando-nos na família universal em nome do Amor de Nosso Pai.

*

“Senhor, não sou digno de que entres em minha casa”.
Mateus: capítulo 8º, versículo 8.

*

“Um dia, Deus, em sua inesgotável caridade, permitiu que o homem visse a verdade varar as trevas. Esse dia foi o do advento do Cristo. Depois da luz viva, voltaram as trevas. Após alternativas de verdade e obscuridade, o mundo novamente se perdia. Então, semelhantemente aos profetas do Antigo Testamento, os Espíritos se puseram a falar e a vos advertir. O mundo está abalado em seus fundamentos; reboará o trovão. Sede firmes!”
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capítulo 1º — Item 10.

(do Livro Florações Evangélicas, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco)


Palestra de Divaldo Franco (Revista Reformador)

19/05/2007

        Palestra proferida por Divaldo Pereira Franco no encontro com o CFN – Conselho Federativo Nacional – na reunião ordinária do ano de 2006, conforme publicado na edição especial da Revista Reformador de maio de 2007.

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Capítulo II – Espíritos Felizes

18/05/2007

VAN DURST
        Antigo funcionário falecido em Antuérpia, em 1863, com oitenta anos de idade.
        Nota – Pouco depois do seu decesso, tendo um médium perguntado ao seu guia se poderia evocá-lo, responderam-lhe: “Este Espírito lentamente se refaz da sua perturbação, e, conquanto possa responder-vos imediatamente, muitas mágoas lhe custaria tal comunicação. Peço-vos espereis ainda uns quatro dias, pois até lá ele saberá das boas intenções manifestadas a seu respeito, e a elas corresponderá amistosa e gratamente.”
        Decorridos os quatro dias recebemos a comunicação seguinte:
        “Meu amigo, bem leve na balança da eternidade foi o fardo da minha existência, e no entanto bem longe estou de ser feliz. A minha condição humilde e relativamente ditosa é de quem não fez o mal, sem que por isso visasse a perfeição. E se pode haver pessoas felizes numa esfera limitada, eu sou desse número. O que sinto é não ter conhecido o que ora conheceis, porque a minha perturbação não se prolongaria por tanto tempo, seria menos dolorosa.
        De fato, ela foi grande; viver e não viver, estar rudemente preso ao corpo sem poder servir-se dele, ver os que nos foram caros, sentindo extinguir-se o pensamento que a eles nos prende, oh! que coisa horrível! Que momento cruel esse em que o aturdimento nos empolga e constrange, para desfazer-se em trevas logo após! Sentir tudo, para estar um momento depois aniquilado! Quer-se ter a consciência do seu eu, sem encontrá-la; não existir, e sentir que se existe!
        Perturbação profunda! Depois, transcorrido um tempo incalculável de angústias contidas, sem forças para senti-las, depois, digo, desse tempo que parece interminável – o renascimento gradual da vida, o despertar de uma nova aurora em outro mundo! Nada de corpo material nem de vida terrestre! Vida, sim, mas imortal! Não mais homens carnais, porém formas diáfanas, Espíritos que deslizam, que surgem de todos os lados, que vos cercam e que não podeis abranger com a vista, porque é no infinito que flutuam! Ter ante si o Espaço e poder franqueá-lo à vontade! Comunicar-se pelo pensamento com tudo que vos envolve! Que vida nova, meu amigo, nova, brilhante e cheia de ventura! Salve, oh! salve, eternidade que me conténs em teu seio!… Adeus, Terra que por tanto tempo me retiveste afastado do elemento natural da minha alma! Não… eu nada mais de ti dependia, porque és a terra do exílio, e a maior das felicidades que dispensas nada vale! Soubesse eu o que sabeis, e quão fácil e agradável me seria a iniciação na vida espiritual! Sim, porque saberia, antes de morrer, o que mais tarde somente deveria conhecer, no momento da separação, de forma a desprender-me facilmente. Estais vós outros no caminho, porém, certificai-vos de que todo o adiantamento é pouco. Dizei-o a meu filho tantas vezes quantas bastem para que se instrua e creia, porque, do contrário, a nossa separação continuará aqui.
        Amigos, adeus a todos vós; espero-vos, e, enquanto estiverdes na Terra, virei muitas vezes instruir-me convosco, visto como sei menos ainda que muitos dentre vós. Notai que aqui onde estou, sem velhice que me enfraqueça nem entraves de qualquer espécie, aprenderei mais depressa e facilmente. Aqui se vive às claras, caminhando com desassombro, tendo ante os olhos horizontes tão belos que a gente se torna impaciente por abrangê-los. Adeus, deixo-vos, adeus.

Van Durst.”

(do Livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, 2ª Parte – Exemplos)


Marcha em defesa da vida e contra a legalização do aborto

16/05/2007

        A Federação Espírita Brasileira, através da Secretaria Geral do CFN, está participando dos preparativos da “1ª. Marcha Cívica Nacional Em Defesa da Vida – Contra a Legalização do Aborto”.
        Este evento é organizado pela Sociedade Civil e conta com a adesão de quase 20 Entidades Nacionais, principalmente religiosas.
        O evento está sendo planejado para o dia 15 de agosto na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Há comitês em fase de organização nos Estados. O objetivo será sensibilizar os parlamentares para que não seja alterada a legislação vigente sobre o aborto.
        A proposta desta Marcha surgiu em decorrência do Ato Público realizado em São Paulo (no dia 24 de março) e como um desafio de se realizar Atos Públicos nos Estados e de um grande evento de massa, de caráter nacional, em Brasília. Informações com o coordenador da Marcha: Jaime Ferreira Lopes, fone (61) 8117-9107.

(extraído do Boletim Eletrônico da FEB, de maio/2007)


Convite da Fraternidade Espírita Irmão Glacus

14/05/2007

Amigo(a),
 
Em nossa cidade temos acompanhado a realização de peças teatrais com temas espirituais, em geral com apelos humorísticos.
A Mocidade Espírita Joanna de Angelis, da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, está nos oferecendo uma oportunidade rara de assistirmos uma peça teatral magnífica, de elevado cunho espiritual, baseada em um romance maravilhoso do Espírito Emmanuel.
O espetáculo estará em sua segunda temporada no Teatro Sesiminas, um ambiente confortável e de fácil estacionamento, nas datas anunciadas no cartaz anexo.
Em nosso site www.feig.org.br você poderá ver algumas fotos do espetáculo, assim como assistir um pequeno vídeo.
Convidamos você e sua família (maiores de 12 anos) a comparecer. Assim, além de participar de um momento de diversão, aprendizado e de oração, estará contribuindo para as obras fraternistas da FEIG.
Se você desejar ingressos, pode reservar conosco por este email. Mas faça-o depressa, pois a procura está muito grande.
Pedimos, ainda a gentileza de divulgar este email entre amigos e familiares de seu conhecimento.
Muita paz.
 
Marcelo de Oliveira Orsini

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Página às Mães

13/05/2007

      Mãezinha querida:
      Desde que cheguei ao mundo, acalentada por teus braços, compreendi que o arminho do Céu te constituía o sentimento sublime.
      Apresentei, como tantos filhos ainda inconscientes da Terra, as notas de rebeldia e os vícios caprichosos da ingratidão. No entanto, utilizando o algodão da ternura, alimpavas-me todas as toxinas da alma, induzindo-me, com paciência, à harmonia em Deus.
      Quantas vezes, mamãe, fugi de teus conselhos, enveredando o coração voluntarioso e inexperiente pelas aventuras de grande risco moral?!… E, com ou sem susto nas colheitas de lições amargurosas, vinhas como um anjo, beijando-me a face e corrigindo-me as escolhas suspeitas…
      Tuas lágrimas de sacrifício me parecem chuvas benfeitoras, irrigando-me a alma ressequida e todas as disciplinas que me impuseste se me afiguram sementeiras de luz, a bem das florações do amor!
      Não sei compreender-te senão pela candura do Céu.
      Com certeza, mãezinha, a bondade de Deus te situou no mundo como o fez com a brisa perfumosa, com o pão que nutre, com a árvore frondosa que acolhe, com as estrelas que alumiam…
      Sem ti eu não saberia viver a idéia de Deus, como Criador e Pai, em minha alma, não passaria de tese sem expressão de realidade, sem poder de iluminação em mim!
      Mamãe, nesta hora em que a Terra te exalta a devoção, associo-me ao coro dos que sentem gratidão e te louvam a santidade do afeto.
      Por tudo o que me fizeste e por tudo o que representas para o meu ser, afirmo-te, mãezinha, que agora sei o quanto é majestosa e divina a Mãe tão santa e tão pura que nosso Pai enviou à Terra, para, com seus sublimes encantos, entregar-nos Jesus!

Meimei

(Mensagem psicografada pelo Médium Wagner Gomes da Paixão, dia 07/05/2007 no Grupo Espírita da Bênção, em Mário Campos, MG)
Distribuição: União Espírita Mineira – www.uembh.org.br


11 – Resgate e Renovação

11/05/2007

        A reencarnação não seria caminhada redentora se já houvesse atendido a todas as exigências do aprimoramento espiritual.

***

        Enquanto na escola, somos chamados ao exercício das lições.
        Ante a Lei do Renascimento, surpreenderás no mundo dificuldades e lutas, espinhos e tentações. Reencontrarás afetos que a união de milênios tornou inesquecíveis, mas igualmente rentearão contigo velhos adversários, não mais armados pelos instrumentos do ódio aberto, e sim trajados noutra roupagem física, devidamente acolhidos a tua convivência dificultando-te os passos, através da aversão oculta.

***

        Saberás o que seja tranqüilidade por fora e angústia por dentro. Desfrutarás a amenidade do clima social que te envolve, com os mais elevados testemunhos de apreço, e respirarás, muitas vezes, no ambiente convulsionado de provações entre as paredes fechadas do reduto doméstico. Entenderás, porém, que somos trazidos a viver, uns à frente dos outros, para aprender a amar-nos reciprocamente como filhos de Deus.

***

        Perceberás, pouco a pouco, segundo os princípios de causa e efeito, que as mãos que te apedrejam são aquelas mesmas que ensinaste a ferir o próximo, em outras eras, quando o clarão da verdade não te havia iluminado o discernimento, e reconhecerás nos lábios que te envenenam com apontamentos caluniosos aqueles mesmos que adestraste na injustiça, entre as sendas do passado, a fim de te auxiliarem no louvor à condenação.

***

        Ergues-te hoje sobre a estima dos corações com os quais te harmonizaste pelo dever nobremente cumprido; entretanto, sofres o retorno das crueldades que te caracterizavam em outras épocas por intermédio das ciladas e injúrias que te espezinham o coração.

***

        Considera, porém, o apelo do amor a que somos convocados dia por dia e dissolve na fonte viva da compaixão o fel da revolta e a nuvem do mal. Aceita no educandário da reencarnação a trilha de acesso ao teu próprio ajustamento com a vida, amando, entendendo e servindo sempre.
        Se alguém te não compreende, ama e abençoa. Se alguém te injuria, abençoa e ama ainda.
        Seja qual seja o problema, nunca lhes conferirás solução justa se não te dispuseres a amar e abençoar. Onde estiveres, ama e abençoa sem restrições ante a consciência tranqüila e conquistarás sem delongas o domínio do bem que vence todo mal.

Emmanuel

In ENCONTRO DE PAZ (Francisco Cândido Xavier/Diversos Espíritos)


Rádio Boa Nova

11/05/2007

        A Rádio Boa Nova está com programação, ao vivo e gravada, de rádio e tv espíritas, 24 horas por dia. Acesse:

http://www.radioboanova.com.br/index.php