48 – COOPEREMOS FIELMENTE

30/04/2007

“Pois somos cooperadores de Deus.” – Paulo. (I CORÍNTIOS, 3:9.)

        O Pai é o Supremo Criador da Vida, mas o homem pode ser fiel cooperador dEle.
        Deus visita a criatura pela própria criatura.
        Almas cerradas sobre si mesmas declarar-se-ão incapazes de serviços nobres; afirmar-se-ão empobrecidas ou incompetentes.
        Há companheiros que atingem o disparate de se proclamarem tão pecadores e tão maus que se sentem inabilitados a qualquer espécie de concurso sadio na obra cristã, como se os devedores e os ignorantes não necessitassem trabalhar na própria melhoria.
        As portas da colaboração com o divino amor, porém, permanecem constantemente abertas e qualquer homem de mediana razão pode identificar a chamada para o serviço divino.
        Cultivemos o bem, eliminando o mal.
        Façamos luz onde a treva domine.
        Conduzamos harmonia às zonas em discórdia.
        Ajudemos a ignorância com o esclarecimento fraterno.
        Seja o amor ao próximo nossa base essencial em toda construção no caminho evolutivo.
        Até agora, temos sido pesados à economia da vida.
        Filhos perdulários, ante o Orçamento Divino, temos despendido preciosas energias em numerosas existências, desviando-as para o terreno escuro das retificações difíceis ou do cárcere expiatório.
        Ao que nos parece, portanto, segundo os conhecimentos que possuímos, por “acréscimo de misericórdia”, já é tempo de cooperarmos fielmente com Deus, no desempenho de nossa tarefa humilde.

(do Livro Vinha de Luz, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier)


Cantiga das Palavras

26/04/2007

“FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO”
Caridade: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. (LE, 886)
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CANTIGA DAS PALAVRAS

Quando escutes na estrada, alma querida e boa.
A palavra que fira,
Recordando a pedrada que se atira
Quando alguém se conturba e amaldiçoa,
Coloca-te em lugar da pessoa acusada
E, se na luz da fé que te inspira e sustém
Nada possas fazer, não digas nada,
Nem censures ninguém.

Pelos caminhos do cotidiano,
Quem se afeiçoa à queixa renitente
É igual a nós: um coração humano,
Às vezes enganado, outras vezes doente!…
Muita afeição que cai ou se arroja, de todo,
No azedume infeliz,
Não sabe que remexe uma furna de lodo,
Nem pondera o que diz…
 
Injúria, humilhação, sarcasmo, treva
Na comunicação verbal que te procura
São canais de mais dor, quando a dor se subleva
E cria delinqüência, expiação, loucura!…
Ante as palavras rudes ou sombrias,
Considera, também, por outro lado,
De quanta compreensão precisarias
Se tivesses errado!…

Palavras de ferir, palavras de humilhar,
Mágoas de quem falhou, reclamações de alguém,
Violência, agressão, amargura, pesar,
Entrega tudo a Deus nas vibrações do bem!…
Nunca leves adiante a sombra que te prova;
Lembra a lição do Sol, sereno e superior,
Que, abrindo cada dia em luz de vida nova,
Tudo cobre de amor.

MARIA DOLORES

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In ENCONTRO DE PAZ (Francisco Cândido Xavier/Diversos Espíritos)
 

www.brasilsemaborto.com.br
*** 04 de julho – todos em Brasília ***
saiba como participar: campanhanacional@brasilsemaborto.com.br / cpc@digizap.com.br


CAMINHO, VERDADE E VIDA

20/04/2007

      Meus filhos, Deus vos abençoe.

      Embora tantas sendas escabrosas a tornarem quase insuportável a jornada humana, a presença do Senhor se faz até mesmo pelo sofrimento, que exaure a alma e a predispõe à Sua Luz.
      Multidões humanas seguem ainda desorienntadas e indiferentes ao que Jesus nos ensinou. E semelhante quadro de tormenta e incredulidade nos induz a refletir na Caridade por definitiva providência espiritual, capaz de tanger as fibras mais íntimas dos corações sem arrimo de vulto.
      É por isso que surgem obras como esta na Terra, sob o patrocínio do Mais Alto, anunciando este Reino de Deus que a Caridade, sempre magnânima, por si só sintetiza e revela.
      Jesus volta à convivência dos homens e das almas por meio dos labores espiritualizantes que O resgatam das tramas sinistras do interesse pessoal.
      Nós, os Espíritos que a Ele devemos a própria libertação das sombras do materialismo, somos os Seus mensageiros que convocam outros corações e outras mãos a servi-Lo, através do próximo.
      Utilizando-nos, o Senhor caminha entre as vielas tristes e miseráveis do Mundo, balsamizando dores, curando chagas, levantando caídos, pacificando mentes, iluminando corações…
      O Espiritismo, meus filhos, é a ciência que esquadrinha a Caridade, dimensionando-a para os novos tempos da Terra. Por isso, nós vos convidamos a este sublime concerto: deixai que vossa consciência espírita lhe seja a manjedoura e permiti que ela, a Caridade – a alma do Consolador, como não poderia deixar de ser -, vos conduza a existência segundo a Vontade de Deus!
      Que nestas páginas o vosso coração encontre caminho de inspiração e certezas, com Jesus por expressão máxima de verdade e vida!

Mário Campos, MG, 25 de julho de 2006.

Vicente de Paulo

(Prefácio do Livro Dimensões do Consolador, pelo Espírito João Lúcio, psicografia de Wagner Gomes da Paixão)

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Espíritos se manifestam no II Congresso Brasileiro

19/04/2007

Abaixo estão as mensagens recebidas no II Congresso Espírita Brasileiro
Disponível em: http://www.radioboanova.com.br/eventos.php?eveid=9
Acessado em 19/04/2007

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Acesse o site e poderá ouvir as mensagens.
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Pronunciamento de Bezerra de Menezes
Bezerra de Menezes

      Alegrai-vos, vós que chorais.
      Tende confiança, mantendo o ânimo, para seguir sem desalento, voltado para o bem inefável e para o amor incondicional.
      Jesus – meus filhos, é o nosso caminho, levando-nos à Verdade e Vida.
      Estais informados de como proceder diante de penosas injunções.
      Não busqueis orientações e diretrizes porque já tendes no Amor, o perdão.
      Perdoai sempre e incessantemente, amando os crucificadores para que todos saibam que sois discípulos do Mestre Vitorioso da Cruz.
      Inaugura-se Era Nova. A Revelação Espírita abre o ciclo de realizações grandiosas para o porvir.
      Fostes honrados com convite do Mestre Jesus para vos constituirdes no alierce da Era Nova.
      Entregai-vos à sua condução e nunca vos deixeis recuar, estacionar, ceder o passo na estrada do bem.
      Esta é a hora de semeardes Luz.
      Ide, pois, como aqueles setenta da Galiléia preparar os caminhos, porque o Senhor está chegando à Terra para proclamar a Glória do Espírito Imortal.
      Ide por todas partes e falai a respeito de Allan Kardec, a quem homenageamos neste dia de encerramento do 2º Congresso Brasileiro Espírita.
      Convidado pelos espíritos espíritas do Brasil para que presidisse este evento, o nobre codificador aquiesceu e com as falanges do Espírito da Verdade, está conosco. Nos acompanhará neste novo ciclo que se abre, até o momento quando o Mundo de Regeneração se encontre instaurado e instalado na Terra.
      Que Jesus nos abençoe, filhos d’Alma e que a paz que deflue da consciência tranqüila permaneça em vossos corações.
      Com carinho de vossos companheiros que vos precederam no retorno ao Grande Lar, através do servidor humílimo e paternal de sempre, Bezerra – Muita Paz.

Psicofonia de Divaldo Franco
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O Livro dos Espíritos
Joanna De Ângelis

      A raça humana dos nossos dias, tem trazido para si mesmo: violência, delinqüência e insatisfação, como resultado do avanço da tecnologia e louca perseguição de muitos conceitos.
      Entretanto, os problemas urgentes do íntimo do homem, encontram respostas, dentro dos princípios espíritas.
      O Livro dos Espíritos é a chave para contrabalancear as questões perturbadoras do comportamento social e emocional dos nossos tempos.
      O Livro dos Espíritos torna muitas pessoas conscientes de suas responsabilidades, através da fé racional, bem fundada sobre os fatos.
      Isto trará o renascimento do cristianismo em toda a sua pureza.
      Desta forma, o Livro dos Espíritos, é a síntese da ciência, da filosofia e da religião, trazendo a resposta de Deus, aos clamores dos homens – o Consolador, prometido por Jesus.

Mensagem em inglês, escrita de trás para frente (Espelhada), por Divaldo Franco
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Cascatas de Luz
Espírito Sebastião Lasnaut

Em cascatas de luz os céus beijam Brasília
E almas dos altos cimos comungam felizes
Glorificam o ensino e as nobres diretrizes
Que orientam a todo ser em sua ingente trilha
Sob o céu do planalto excelsa estrela brilha
Cantam vozes do além entre os áureos matizes
Que no amor de Jesus tem robustas raízes
São bênçãos desatadas como maravilhas
E esta festa forjada pelos encarnados
Inspirada, porém, pelos seres alados
Que se estribam no amor formoso em apogeu
Louvam esta grande obra que em todos os lados
Vão libertando os homens das sombras cativos
Para a vida abundante no seio de Deus

Médium Raul Teixeira
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Uma Idade Nova para o Homem
Espírito Camilo

      Ficou distante a lendária Idade do Ouro, quando o amor, a suavidade e a ternura, norteavam a Vida do Mundo.
      Não mais achamos a Deusa Astréia – filha de Têmis, a dominar a paisagem espiritual e moral das sociedades, estabelecendo o reino da harmonia para uma vida venturosa.
      Agora quando se agitam as entranhas da humanidade, quando a violência ganha proporções alarmantes e o crime mostra cenários aparvalhantes, quando o cinismo e a corrupção se mostram desabridos e a mentira desnorteia a alma do mundo, tem-se a impressão que se instalou na Terra, a idade do Ferro, das referências mitológicas dos tempos idos.
      O momento cruel que se demora no planeta, parece propício para que os devedores da consciência cósmica, tenham o ensejo de reajustar-se, de renovar-se, encontrando a liberdade definitiva.
      A hora que se estira sobre as experiências humanas, se impõe a todos, a necessidade de repensar, de reflexionar em torno da marcha das sociedades em processo de reestruturação do próprio destino.
      Nestas épocas agônicas de quase todos, em tempos de lágrimas e dores profundas, quando faltam socorros e falecem nobres providências; como nos tempos passados, a massa vive a exorar dos planos divinos, o auxílio e aporte capazes de minimizar tantos horrores e conflitos.
      Temos hoje o dever de trabalhar para transformar nossa tormentosa Idade Metálica, de modo a erigir a Idade do Espírito; a exuberante era espiritual, que achando os caminhos do mundo para que por eles, todos possamos trilhar com liberdade e entendimento claro, das leis divinas.
      Por causa de toda essa onda de terrores que se abate sobre nós e a frieza de tantos corações de servir, o Cristo brindou a Terra, já há 150 anos, com o Livro dos Espíritos – roteiro para os indivíduos e as comunidades de quaisquer latitude.
      Eis a obra pujante de luz e beleza, documento que os Céus enviou como um mapa para o futuro, marcado por todos aqueles que tinham interesse por um mundo mais consentâneo com os ensinamentos do Reino dos Céus. Estudar esse livro é glória sem igual. Divulgá-lo é espalhar gemas preciosas por sobre as expectativas terrenas. Viver seus ensinamentos, é conseguir a lucidez e a sabedoria que a todos conduzirão, à plena Paz.

Médium Raul Teixeira


11 – E tu, que fizeste?

17/04/2007

      Cheguei (1) de mansinho, numa hora crepuscular, precisamente quando mais carecias de mim. Vim para salvar-te do mar de angústias em que te afogavas. Aproximei-me cautelosamente, auscultei-te o íntimo e vi quanto deveria fazer por ti.
      Em vão, tentavas resistir à onda de ateísmo que te avassalava a consciência, mas eu revelei a presença de Deus no santuário de teu ser e fiz consumir-se, num incêndio de luz, o desespero de tua razão. E tu, deslumbrado, que fizeste?
      Enchia-te de pavor e tristeza a perspectiva da morte, mas eu desenrolei, diante de teus olhos, o quadro de minha realidade fenomênica e pude converter-te a visão da morte na visão da imortalidade. E tu, maravilhado, que fizeste?
      Apelavas, debalde, para as filosofias terrenas, a fim de resolveres a transcendente incógnita de tua origem e destino, mas eu te abri o livro das vidas sucessivas e desvendei-te o mistério de tua presença na Terra. E tu, esclarecido, que fizeste?
      Indagavas, inutilmente, da função dos mundos no panorama do infinito, mas eu te fiz sentir, na superfície de outras orbes, a palpitação de outras vidas empenhadas, como a tua, na conquista da perfeição. E tu, enlevado, que fizeste?
      Horrorizavas-te ante a visão de um inferno a que se destinavam, sem remissão, as almas dos condenados, mas eu te falei de Deus, como pai, que, punido jamais subtrai aos filhos a oportunidade de se redimirem. E tu, tranqüilizado, que fizeste?
      Empenhavas-te, embalde, por perseverar tua fé, que se estiolava ante o livre exame da razão rebelde, mas eu pude conciliar esta com aquela, colocando na própria razão o fundamento de tua fé. E tu, confiante, que fizeste?
      Vivias exclusivamente para ti, insensível à sorte de teus companheiros de experiência humana, mas eu revelei tua solidariedade para com todos, apontando-te a caridade como via de salvação. E tu, orientado, que fizeste?
      Sofrias ante a ingratidão e maldade de teu próximo, mas eu te ministrei a lição da indulgência, ensinando-te a superar oos impulsos da vingança que te encarcera nos círculos expiatórios. E tu, instruído, que fizeste?
      Pranteavas, de contínuo, a perda daqueles que, levados pela morte, te deixaram órfão de carinhos, mas eu os trouxe à tua presença, para que te oferecessem a prova consoladora de sua sobrevivência. E tu, consolado, que fizeste?
      Procuravas, desesperado, na ciência humana, um remédio para sanar-te os males do corpo, mas eu te ofereci os recursos de minha terapêutica e logrei restituir-te a saúde perdida. E tu, curado, que fizeste?
      Padecias sob o influxo de espíritos sinistros, que exerciam sobre ti cruel vindita, mas eu projetei luz no entendimento de teus algozes e pude devolver-te a paz que tanto almejavas. E tu, liberto, que fizeste?
      Confiavas-te, com ardor, à doutrinação de teus irmãos, buscando convertê-los ao bem, mas eu te adverti de que maior seria o teu mérito e mais eficaz o teu trabalho se, primeiro, te convertesses a ti mesmo. E tu, avisado, que fizeste?
      Temias, enfim, a pobreza que rouba aoos mortais a alegria de viver, mas eu fiz que encontrasses o maior de todos os tesouros: fiz que te encontrasses a ti mesmo.
      Vês? Tudo por ti. E tu, que fizestes por teu próximo?

(1) Alusão ao Consolador Prometido, cujo advento se assinalou na codificação kardequiana.

(do Livro O Primado do Espírito, de Rubens Romanelli)

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2° Congresso Espírita Brasileiro

17/04/2007

Aconteceu, de 12 a 15 de abril, o 2° Congresso Espírita Brasileiro, promovido pela FEB – Federação Espírita Brasileira, em comemoração ao Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos, com o tema central: “O Livro dos Espíritos na Edificação de um Mundo Melhor”. O Congresso aconteceu em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e Ginásio de Esportes Nilson Nelson e foi transmitido ao vivo pela TVCEI: www.tvcei.com

Para quem teve o privilégio de participar deste evento, ficou a certeza de que a Doutrina Espírita tem derramado luz e conforto nos corações desejosos de paz e alegria!


2° Congresso Espírita

06/04/2007

Para quem não pode comparecer a Brasília, a fim de participar das comemorações da FEB pelo aniversário de 150 anos de O Livro dos Espíritos, poderá assistir pela Internet, na TV CEI.

Acesse a página da TV CEI: http://www.tvcei.com/portal/index.php


LÉON DENIS (1846/1927)

04/04/2007

 leon-denis.jpg         Um dos mais extraordinários espíritas de todos os tempos.
Sucessor e propagador da obra de Allan Kardec, a qual ampliou em termos filosóficos.
Seus elevados conceitos doutrinários, alicerçados na mais pura moral cristã e nos ensinamentos dos espíritos, lançaram novas luzes sobre a Doutrina Espírita, que enfrentava, na época, a contestação e o desprezo de grupos religiosos e científicomaterialistas. Léon Denis a todos respondia com a sua mais pura naturalidade, baseando-se nos ensinamentos do Cristo e na mais alta inspiração dos seus mentores, que, como ele próprio confessava, nessas horas nunca o abandonaram.
Era também um orador excepcional que sempre atraía multidões. Sua vida era regrada pelos exemplos do Divino Mestre, tendo para todos e a qualquer momento sempre uma palavra de ânimo, quando não a própria ajuda material que para ele mesmo já era escassa.
Atrás de si deixou o exemplo da caridade, da renúncia e do trabalho.
Sua obra doutrinária é básica e enfoca os problemas da angústia e da dor, a destinação do homem e a maneira de compreender e equacionar os obstáculos da vida terrena.
Destacamos as seguintes obras de sua autoria: Depois da morte, Cristianismo e Espiritismo, Joana D’Arc médium, O porquê da vida e No invisível. Desencarnou trabalhando, aos 81 anos.

(do Livro O Problema do Ser, de Léon Denis, editora Petit)

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• É o Limiar dos Tempos Novos •

03/04/2007

Almir Guimarães —  O Sr. José Polianzi, rua Horto Florestal, 70, pergunta: ”Por que em 1935 Chico Xavier anunciou em um livro que o planeta Marte era habitado e as sondas americanas comprovaram que o planeta era deserto igual à Lua? ”
Chico Xavier —  O caso tem sido estudado por nós com o espírito de Emmanuel, mas conquanto acatemos com muita sinceridade todas as afirmações da Ciência, nós precisamos considerar, e isto entre parênteses; não é uma resposta despistadora, nós precisamos esperar o progresso da Ciência na descoberta mais ampla e na definição mais precisa daquilo que nós chamamos de antimatéria, que muitos cientistas hoje chamam de matéria às avessas, para que possamos compreender o assunto de modo popular. Então nós sabemos que o espaço não está vazio, conquanto as afirmações da Ciência e as sondas possam trazer respostas negativas do ponto de vista físico, nós precisamos compreender que a vida se estende em outras dimensões. E nós estamos no limiar de tempos novos em que a Ciência descortinará para nós todos um futuro imenso diante do Universo. Então, será necessário esperar que a Ciência possa compreender e interpretar para nós outros, os filhos da Terra, a vida em outras dimensões, outros campos vibratórios. Allan Kardec, nas perguntas e respostas de números 56 e 57, se a memória não me está falhando, em  O Livro dos Espíritos, explica que a Natureza dos mundos e a Natureza material ou física dos habitantes desses outros mundos podem ser muito diferentes dos habitantes da Terra. Nós podemos perfeitamente encontrar um mundo que, para nós, do ponto de vista fisiológico da matéria considerada matéria densa na Terra, nós podemos encontrar um grande espaço físico despovoado e esse espaço, considerado por nós, de momento, não podemos entender.  O nosso André Luiz nos fala  com tanta precisão e segurança da cidade denominada Nosso Lar, nos espaços terrestres sobre determinada região do Brasil. É uma cidade perfeitamente constituída de entidades espirituais, mas uma cidade  com todos os apetrechos de trabalho e  com todos os elementos de estudos para satisfazer a nossa fome de conhecimento e de progresso.
(do Livro Pinga Fogo com Chico Xavier, no programa da Rede Tupi da noite de 28/07/1971)

chico_programapingafogo.jpgImagem capturada do site: http://video.google.com/videoplay?docid=1832677517507007078&hl=en