Feliz Ano Novo!

31/12/2006

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Mais um ano se encerra e outro se inicia…
Nós, do Grupo da Fraternidade Irmão Wernner, Centro Espírita Nossa Casa, desejamos a todos um ano novo de grandes realizações!
Que todos nós possamos trabalhar fraternalmente, cooperando com a obra do Amor!
Nossa evolução é nossa meta; nossa educação é nossa ferramenta de trabalho ativo no bem; nossa boa disposição é o que a Espiritualidade precisa para que o trabalho na Seara do Mestre possa se desenvolver em harmonia, de acordo com o planejamento do Plano Espiritual!
Muita paz a todos!

“O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza.”
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 3)

“Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo.”
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5)


A Música Espiritual de Mozart

29/12/2006

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      “Em 27 de janeiro de 1756 nascia em Salzburg, na Áustria, o compositor Wolfgang Gottlieb Mozart. Desencarnou em 5 de dezembro de 1791 mas, 68 anos depois, a música do gênio austríaco novamente veio alegrar os que vivem na Terra. Em 1856, um músico francês, Bryon D´Orgeval, evocou o Espírito Mozart e obteve belas comunicações espíritas, em que um Mozart emocionado convidava à vivência do bem, da ética e do amor. O Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, publicou as evocações particulares na Revista Espírita (edições de 1858 e 1859). Em 1859, ele ditou a Dorgeval um fragmento de sonata. Na reunião do dia  8 de abril de 1859, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, a música mediúnica foi tocada pela Srta. de Davans, ex-aluna de Chopin. Os dois compositores – Mozart e Chopin – foram evocados por Kardec na ocasião.  No dia 9 de outubro de 1861, diversos livros espíritas foram queimados no episódio conhecido como “Auto-de-Fé de Barcelona”. Entre eles, cópias do fragmento de sonata de Mozart. Desde o século 19, não mais se falou na peça. Em 2004, o fragmento de sonata foi encontrado em uma Biblioteca de Londres e enviado para a FEB. Com a ajuda de software de edição de partituras, o engenheiro Alexandre Zaghetto recuperou a música.”
      Este texto encontra-se no site da FEB – Federação Espírita Brasileira – e contém um link para que se possa ouvir a melodia desta maravilhosa sonata. Basta acessar a página da FEB (veja o link no Blogroll, ao lado) e clicar sobre a foto de Mozart.


Educação e Vida

28/12/2006

      O conhecimento é uma espécie de claridade radiosa convidando a alma a desbravar a vida.
      Todo ser criado por Deus traz em si a vocação da Luz.
      Volvendo os olhos à primitividade que nos foi berço rude, admirável se nos revela a obra da inteligência humana no tempo.
      A cultura adquirida é o manto que nos acoberta enquanto homens e mulheres na face materializada do Planeta. Por ela – a cultura de Mundo – intensificamos a busca da Grande Luz que, quanto mais disputada pela razão, mais a desafia, num movimento extraordinário de expansão.
      A mente do indivíduo é sua plataforma de realização. Quando irrigada pelos valores correntes da filosofia educacional, reflete com maleabilidade aquilo que vislumbra por entre as claridades ululantes.
      Entretanto, o supremo escopo da educação – que é a iluminação do Espírito – exige que o sentimento corresponda ao que a razão apreende e codifica através do pensar e do verbalizar.
      A autêntica fixação dos valores sugeridos pelo fluxo da vida em movimentação pelas circunstâncias se dá quando o Ser que pensa e depreende logra sentir, para então fazer.
O magnetismo daquele que vivencia é o atestado da veracidade do que efetivamente aprendeu. Chamam-no, na Terra, virtuoso, santo ou sábio. Mas acima de tudo é irmão nosso, filho de Deus!
      A educação é a arte de revelar o Divino. Seu berço natural é a ciência das coisas e sua plenitude, a expressão real da sabedoria que se dá pelo amor!

J. J. Rousseau

(Mensagem psicografada pelo médium Wagner Gomes da Paixão, em Paris, França, no dia 16 de outubro de 2006) – extraído de “O Espírita Mineiro” n° 294 – nov-dez/2006
(veja informações sobre a viagem do médium à Europa na página Movimento Espírita)


Notas da Unificação

27/12/2006

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    Filhos, o Senhor nos abençoe.
    O comboio do progresso segue à frente, abrindo sendas de iluminação e prosperidade para todos.
    Na diversidade humana, pensamentos e emoções criam ilhas, formando arquipélagos ideológicos, nesse ou naquele setor de trabalho e desenvolvimento cultural.
    O princípio da liberdade individual no concerto evolutivo autoriza semelhantes manifestações, que se caracterizam por condição da alma humana em romagem para o Absoluto.
    O serviço de Unificação, pois, nos círculos do Espiritismo, não pode perder isso de vista, já que dissensões naturais – aquelas que não surgem de paixões – precedem o estabelecimento definitivo das idéias novas que interessam ao progresso.

Fazer Bem
    Todo coração convertido à Verdade sente, por uma mecânica natural e espontânea, o desejo do bem, que favorece de modo insuspeito a dinâmica das renovações para melhor.
    Desse modo, estribado na assertiva evangélica que nos propõe: “não vos caseis de fazer bem”, renunciemos à idéia de que portamos a melhor visão ou a perfeita interpretação, para salientarmos, com humildade e despretensão, todo o bem que o serviço da Luz nos tem propiciado a cada instante.
    A sabedoria se abriga, preferentemente, na estrutura mais harmônica e conciliadora, que já tenha superado a guerra das idéias e das opiniões, antecessora da verdade que anima e consola.

Exemplo de Allan Kardec
    O notável Codificador do Espiritismo não serviu em suas fileiras em estruturação com a pretensão de mestre e maior autoridade, embora fosse comum da parte de companheiros e colaboradores, quando não de alguns Espíritos comunicantes, o reconhecimento de semelhantes credenciais em sua pessoa.
    Amante da verdade e do bem, modestamente se curvou ante a vontade do Todo-Sábio, que colocava à sua frente todo um conjunto de testemunhos e fatos, que a ele cabia pesquisar e ordenar, facilitando iniciativas outras de quantos viessem contribuir, no tempo, sobre aqueles alicerces poderosos e viris.
    Realizando, porém, com o sacrifício do próprio tempo e da própria vida, o que se tornaria a base segura e inquestionável de uma nova era para a Humanidade, jamais se permitiu estabelecer conflitos e celeumas em torno do que o Mundo Espiritual Superior, em nome do Cristo, lhe confiava de modo universal e ético.
    Não logrou, de pronto, a unidade de pensamentos e ações que garantissem força e diretriz una à novel doutrina que surgia da conjuntura incomparável, mas oculto no pseudônimo que deixava à obra o seu mérito genuinamente espiritual, deu, de alma e coração, o que sentiu brotar de si ao contacto direto com as Forças Diretivas da Vida.
    Allan Kardec, desse modo, torna-se referencial inapagável para todos os que fomos colhidos pelas claridades espíritas no tempo, devendo nós, por isso mesmo, seguir-lhe os passos decididos e lúcidos, fazendo bem tudo o que nos chegue às possibilidades em aprimoramento constante, certos de que na força da vivência sincera, a união se dará em favor de uma nova mentalidade humana.

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(Do Livro: Anotações de Servidor. Pelo Espírito Bezerra de Menezes/psicografia de Wagner Gomes da Paixão)

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Ante os Espíritos Puros

26/12/2006

Reunião pública de 27-10-61
1ª Parte, cap. VIII, item 14

    Mentalizas a natureza divina dos Espíritos puros e queres partilhar-lhes o banquete de luz.
    Sonhas trajar-te de esplendor e esparzir sobre os homens os dons infinitos da bondade celeste.
    Entretanto, ai de nós! Espíritos vinculados ainda à Terra, somos, por enquanto, consciências endividadas, a entrechocar-nos na sombra de débitos clamorosos, compelidos ao barro das próprias imperfeições.
*
    Apesar disso, porém, é possível começar, desde logo, a escalada ao fulgor dos cimos.
    Não podes, hoje, erguer as mãos, sustando o curso da tempestade; contudo, guardas contigo os meios de asserenar a procela de dor que zurze o coração dos companheiros em sofrimento.
    É impossível, de um instante para outro, transmitir para o mundo as mensagens divinatórias das supremas revelações; no entanto, bastará leve esforço e acenderás o alfabeto em muitos cérebros que tateiam na noite da ignorância.
    Diligenciarias debalde, agora, materializar os entes sublimes da Esfera Superior, ante os olhos terrestres; todavia, nada te impede concretizar o caldo reconfortante para os doentes abandonados que esmorecem de fome.
    Na atualidade, resultaria infrutífero qualquer empreendimento de tua parte, no sentido de alimpar o próximo verminado de chagas, pronunciando simples ordem verbal; contudo, ninguém te furta o ensejo de alentar-lhe a esperança ou lavar-lhe as feridas.
    Em vão buscarias, à pressa, renovar milagrosamente o ânimo envenenado de entidades embrutecidas, transformadas em obsessores intransigentes; no entanto, consegues aliviar, em bálsamos de oração e de amor, a mente desorientada, fronteiriça à loucura.
*
    Reflete nos Mensageiros Divinos, respeita-lhes a missão e roga-lhes apoio, na caminhada, mas não tentes obter de improviso as responsabilidades que lhes pesam nos ombros.
    Não reclames para teus braços o serviço do Sol.
    Cumpre os deveres que te competem.
    Para isso, não te digas cansado, nem te proclames inútil.
    O verme, infinitamente distante do pensamento que te coroa, é o servo esquecido que aduba a terra, para que a terra te forneça o pão.

(Do Livro: Justiça Divina. Pelo Espírito Emmanuel/psicografia de Francisco Cândido Xavier)

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(Este livro pertence a uma série de estudos – os demais são Religião dos Espíritos, Seara dos Médiuns e O Espírito da Verdade – e se refere a O Céu e o Inferno, uma das obras básicas da Codificação Espírita)


Evocação do Natal

25/12/2006

O maior de todos os conquistadores, na face da Terra, conhecia, de antemão, as dificuldades do campo em que lhe cabia operar.

Estava certo de que entre as criaturas humanas não encontraria lugar para nascer, à vista do egoísmo que lhes trancava os corações; no entanto, buscou-as, espontâneo, asilando-se no casebre dos animais.

Sabia que os doutores da Lei ouvi-lo-íam indiferentes, com respeito aos ensinamentos da vida eterna de que se fazia portador; contudo, entregou-lhes, confiante, a Divina Palavra.

Não desconhecia que contava simplesmente com homens frágeis e iletrados para a divulgação dos princípios redentores que lhe vibravam na plataforma sublime, e abraçou-os, tais quais eram.

Reconhecia que as tribunas da glória cultural de seu tempo se lhe mantinham cerradas, mas transmitiu as boas novas do Reino da Luz à multidão dos necessitados, inscrevendo-as na alma do povo.

Não ignorava que o mal lhe agridiria as mãos generosas pelo bem que espalhava; entretanto, não deixou de suportar a ingratidão e a crueldade, com brandura e entendimento.

Permanecia convicto de que as noções de verdade e amor que veiculava levantariam contra ele as matilhas da perseguição e do ódio; todavia, não desertou do apostolado, aceitando sem queixa, o suplício da cruz com que lhe sufocavam a voz.

É por isso que o Natal não é apenas a promessa da fraternidade e da paz que se renova alegremente, entre os homens, mas, acima de tudo, é a reiterada mensagem do Cristo que nos induz a servir sempre, compreendendo que o mundo pode mostrar deficiências e imperfeições, trevas e chagas, mas que é nosso dever amá-lo e ajudá-lo mesmo assim.

Emmanuel

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(Do Livro: Antologia Mediúnica do Natal. Psicografia de Francisco Cândido Xavier)


À Luz do Natal

24/12/2006

maria_dolores.JPGMaria Dolores

Adensa a noite escura e fria…
Na calçada, a agonia
Travestida de diversão…

Droga, sexo, confusão
Patrocinam melancolia, tirania
Em dolorosa – talvez macabra – ilusão…

Tanta sombra a proclamar dor
Encontra, todavia, no Senhor
A divina resposta de Luz:

A lágrima – de fel e turva -
Alcança pureza e cintila…
Não é o Céu que rebrilha:
É a esperança em Jesus!

O Enviado de Deus anuncia,
Entre excessos e tormentas,
A sublime Noite da Vida
Aos caídos da deserção…

De novo, à luz do Natal,
Cânticos singelos do Bem
Dizem das verdades do Além
Que soerguem, em amor, o coração!

Maria Dolores

_wagner.JPG(Poema psicografado pelo médium Wagner Gomes da Paixão em reunião do Grupo Espírita da Bênção, na noite de 23/10/2006)


Com Jesus

24/12/2006

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Com Jesus, a vida adquire novo sentido.
A dificuldade se faz bênção.
Dor é alegria.
Tristeza jé a véspera da consolação.
A luta construtiva produz a tranqüilidade da consciência.
Trabalho é condição de felicidade.
A sombra jé a fonte da luz.
A lágrima é pérola do sentimento.
Desprendimento é o caminho da posse verdadeira.
Renúncia é aquisição.
Sacrifício é a estrada para as alturas.
É por isso que o Natal, em qualquer parte, unindo as criaturas na mesma faixa de compreensão e solidariedade humana, será sempre a estrela do amor e da esperança em cada coração.

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Nota – Esta página foi psicografada em reunião pública do “Centro Espírita Jésus Gonçalves”, na Colônia Santa Marta, adjacências de Goiânia, capital do Estado de Goiás, em 14 de dezembro de 1982.

(Do Livro: Confia e Segue. Pelo Espírito Emmanuel/psicografia de Francisco Cândido Xavier)


O Centro Espírita

22/12/2006

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    O Centro de Espiritismo Evangélico, por mais humilde, é sempre um santuário de renovação mental na direção da vida superior.
    Nenhum de nós que serve, embora com a simples presença, a uma instituição dessa natureza, deve esquecer a dignidade do encargo recebido e a elevação do sacerdócio que nos cabe.
    Nesse sentido, é sempre lastimável duvidar da essência divina da nossa tarefa.
    O ensejo de conhecer, iluminar, contribuir, criar e auxiliar, que uma organização nesses moldes nos faculta, procede invariavelmente de algum ato de amor ou de alguma sementeira de simpatia que nosso espírito, ainda não burilado, deixou a distância, no pretérito escuro que até agora não resgatamos de todo.
    Um centro espírita é uma escola onde podemos aprender e ensinar, plantar o bem e recolher-lhe as graças, aprimorar-nos e aperfeiçoar os outros, na senda eterna.
    Quando se abrem as portas de um templo espírita-cristão ou de um santuário doméstico, dedicado ao culto do Evangelho, uma luz divina acende-se nas trevas da ignorância humana e através dos raios benfazejos desse astro de fraternidade e conhecimento, que brilha para o bem da comunidade, os homens que dele se avizinham, ainda que não desejem, caminham, sem perceber, para a vida melhor.
Emmanuel

(Página recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier, em sessão pública, no Centro Espírita “Luís Gonzaga”, em Pedro Leopoldo, na noite de 10/4/1950.)
Fonte: Reformador de janeiro de 1951, p. 9(5).


Deus Aguarda

21/12/2006

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    Nunca te creias inútil.
    O Caminho para a Vida Superior começa na prestação de serviço aos outros. E as Leis de Deus não te conservariam onde te encontras, se aí não tivessem necessidade de ti.
    Reflete e reconhecerás que todos os seres, ao redor de teus passos, algo esperam que os mantenha e auxilie.
    Erguendo-te, cada manhã, observa e perceberás que todos aqueles que se te associam ao grupo doméstico, aguardam o teu sorriso ou a tua frase encorajadora, nos quais se nutram de equilíbrio para mais um dia de trabalho e de esperança.
    Nas tarefas em que te vejas, os companheiros te rogam cooperação.
    Na rua, os transeuntes te pedem paciência em que se te expressem o entendimento e a bondade.
    E a lista de requisições prossegue aumentando…
    O irmão da experiência comunitária te reclama simpatia; os necessitados aguardam  pelo socorro que se te faça possível; o animal te esmola proteção, a planta te requisita respeito, a fonte espera lhe faças a preservação e a defesa, o ambiente em que vives conta contigo, na execução dos próprios deveres, a fim de que a paz felicite a vida de todos… E se estiveres de pensamento acordado, ante os princípios do Bem Eterno, compreenderás em todas as situações e em todos os lugares, que Deus necessita de tua colaboração e espera por ti.
                                             
(Do livro: Deus Aguarda – GEEM; pelo Espírito Meimei – psicografia de Francisco Cândido Xavier)